9.3.09

Ô loco, meu

Não sei porque ainda me impressiono com a quantidade de tempo que os programas na televisão brasileira permanecem tanto tempo no ar, principalmente os de auditório.

O que são aquelas dançarinas fazendo coreografias bizarras que não tem nada a ver com a música que passa? Passos de balé, com intepretações teatrais que vão do pagode até o rock.
Ai que vergonha daquilo!

Será que o público gosta mesmo ou é a falta de opção? Se as tevês mantem a fórmula deve ser porque o público gosta. Mas continuo resistindo a acreditar somente nisso.

Ontem, esperando pra ver Mallu Magalhães no "ô loco, meu" (arghhhhh!!!), não sei se fiquei mais irritada com as perguntas de Faustão, a coreografia H-O-R-R-O-R-O-S-A e S-E-M N-O-Ç-Ã-O ou com as repostas sempre evasivas e incrivelmente ridículas da garotinha lançada na internet. E olhe que eu gosto das músicas dela, mas quando ela abre a boca pra falar, não sei de onde saiu o talento pra compor e cantar.

Mas a campeã do dia foi a dancinha:
http://www.youtube.com/watch?v=ts5R0ICXirc

5.3.09

Os laços viraram nós

Decepção não mata, ensina a viver.

Li esta frase hoje no msn de uma colega. E como nem bem completei uma mudança de vida e já passei pela primeira decepção, não pude passar batido pela mensagem.

A gente pensa que o com o tempo a gente conhece as pessoas. Às vezes descobre que não conhece. Noutras, descobre que conhece, mas prefere acreditar que a tendência é melhorar os pontos negativos da relação. Vale pra amigos, namorados ou colegas. Qualquer que seja a categoria, o grau de decepção não varia muito.

Hoje, digo que estou decepcionada. Descobri que alguém que estava na categoria Amigo não merece estar. Descobri que fui tolerante (e isso é um grande desafio pra mim) o quanto pude, mas que o desrespeito em excesso é um veneno para as relações.

E só cabe à gente dar o antídoto: impor limites e cortar os laços quando eles viram nós.

2.3.09

One Tree Boy

http://www.sopalavra.blogspot.com/

São por esses e outros feitos da vida que a gente encontra força pra continuar.
São, também, por essas pessoas que a gente busca ser melhor.

E esse moço merece o que tenho de melhor pra oferecer.

Obrigada, Niltim, por compartilhar até One Tree Moments!

18.2.09

Imensidão de amor

Imensidão de amor.
Andou perguntando-se sobre isso...
Imenso amor.
Quando haveria de sentir o corpo inundar de amor, as mãos pararem de tremer, o coração acalmar o ritmo e olhar tranquilo transmitindo paz?
Imerso no amor.
Quando haveria de perceber a alma leve e entregue, sem questões e queixas, tranquila, inundada de amor?
Submerso amor.

Quando poderia ser capaz de sentir tanto amor e dar tanto amor, que recebê-lo de volta seria uma mera contrapartida do Universo?

13.2.09

Qualquer coisa

Me manda um sinal!
Qualquer um que me diga que você está perto. Ou longe. Mas que está chegando.
Qualquer coisa que mostre que não é um sonho. Ou melhor, que é um sonho possível.
Qualquer coisa que me faça acreditar, sentir que estou viva, sentir que você está vivo.
Um grito. Um apito. Um suspiro. Um sinal de fumaça. Um aperto no coração.
Qualquer coisa.

5.2.09

Surpresas

A vida nos reserva surpresas.
Quando elas chegam, às vezes, o coração diz sim, às vezes, diz não.
É importante saber ouví-lo com atenção, porque, às vezes, a mente diz sim, às vezes, ela diz não.
E você fica confuso porque o coração diz uma coisa e a mente outra.
E é preciso ter cuidado quando a mente fala muito. Inlcusive, ela fala demais. Fala mais dos medos, inseguranças e perigos, do que das prováveis conquistas e crescimento que podem vir.
Então, nessas horas quem fala melhor é o coração tranquilo (Só o tranquilo. O ansioso pode te confundir...).
Se ele diz sim, pode confiar...vc está indo no caminho certo destinado à vc!
Se ele diz não, avalie, respire fundo e, talvez, seja melhor recuar.
É o coração quem sabe aonde te levar.
Acredite.
Ele nunca falhou comigo desde que aprendi a ouví-lo.

1.2.09

Thank you, Alanis!

Sim. Sei que estou ausente.
Não tenho conseguido escrever ultimamente sobre a vida e seus delírios, pq o único delírio da minha vida atualmente é essa carência chata que me persegue. E isso não é nenhuma novidade, concorda?

Mas tenho que compartilhar a coisa maravilhosa que vivi ontem. Fui ao show de Alanis Morissette, EM SALVADOR, é preciso ressaltar, já que a vinda de uma artista como ela pra cá é um feito inédito.

Linda. Sim, ela é linda. A voz é perfeita. Acho que nem no CD é tão perfeita qnt ao vivo (que exagerooooo...rs). Doce e forte. Canta nossos sonhos, dores, decepções, conquistas e ironias como ninguém, como uma mulher com a coragem de aceitar e mostrar suas sombras. O olhar diz tudo. Ela canta com os olhos e dança como se estivesse lavando a alma.

Esperei 12 anos pra cantar junto You Oughta Know, música que dediquei mentalmente a todos os moços que me fizeram sofrer. E não me decepcionei. Expulsei os demônios berrando com ela cada letra dessa música que embalou meus 15 anos e as memórias de uma das férias mais legais que já tive, a do ano de 97. Cantamos You Learn, Ironic, Thank You, dentre outras menos conhecidas cujos títulos me fogem agora.

Fiquei feliz por ter ido, tanto quanto fui ao show de Madonna. Fiquei feliz por poder me permitir curtir essas coisas maravilhosas da vida, como a música. Feliz de dançar, cantar, gritar e aplaudir. Feliz de lembrar que minha vida tem trilhas tristes, mas muitas, muitas outras alegres.